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Capítulo 13 – Você tem uma boa alimentação? (Artigo de opinião, frase, oração, período e preposição)

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Capítulo 13 – Você tem uma boa alimentação? (Artigo de opinião, frase, oração, período e preposição)

Resumo completo

Capítulo 13 – Você tem uma boa alimentação? (Artigo de opinião, frase, oração, período e preposição)

Resumo completo

1Abertura: o tema do capítulo

O capítulo começa falando do filme Tá chovendo hambúrguer. Nele, o cientista Flint Lockwood inventa uma máquina que transforma água em comida. Logo começa a chover hambúrguer, panqueca e sorvete na cidade.

Parece ótimo, mas surgem problemas: a comida em excesso traz riscos à saúde. A partir daí o livro convida você a pensar: o que é mesmo se alimentar bem?

Será comer muito? Será cortar vários alimentos? Ou será comer com prazer e equilíbrio? Essa pergunta guia todo o capítulo.

Exemplos

  • Pergunta de abertura 1: "Para você, o que é ter uma boa alimentação e estar bem alimentado?" – não existe uma única resposta certa; o importante é justificar sua opinião.
  • Pergunta de abertura 2: "Você diria que tem hábitos alimentares saudáveis no seu dia a dia? Por quê?" – aqui você olha para a sua própria rotina (café da manhã, lanches, frutas, água).

2Texto 1 – "Precisamos acabar com o terrorismo nutricional e aprender a comer sem culpa" (Sophie Deram)

Esse é um artigo de opinião: um texto em que um autor defende um ponto de vista e tenta convencer o leitor. A autora, Sophie Deram, é nutricionista (profissional que estuda a alimentação).

Já no título ela mostra o que pensa: as pessoas vivem com medo e culpa na hora de comer, e isso precisa acabar. O texto foi dividido em 3 partes no livro.

Guarde essa ideia central: comer não deveria ser motivo de medo, e sim de prazer com equilíbrio.

As três partes do texto de Sophie Deram

ParteTítuloIdeia principal
Parte 1Precisamos acabar com o terrorismo nutricional...As pessoas olham o alimento como "bom ou ruim" e sentem ansiedade e culpa ao comer.
Parte 2Sofremos de nutricionismo / Quando você só foca os nutrientes...O excesso de "cientificismo" reduz alimentos a nutrientes e faz a gente parar de escutar o corpo.
Parte 3Precisamos acabar com essa culpa ao comerÉ preciso reconectar com o corpo, escutar fome e saciedade e comer sem culpa.

2.1Parte 1 – O medo e a culpa de comer

Sophie diz que hoje olhamos a comida de forma simplificada: ou o alimento é bom, ou é ruim; ou engorda, ou emagrece. Ela afirma que a ciência da nutrição não funciona assim.

Nenhum alimento sozinho faz alguém engordar de repente, nem cura doenças. Quando alguém pergunta "você come bem?", a maioria responde "Eu como bem, mas...". Esse mas mostra a ansiedade que sentimos.

A autora reproduz falas comuns das pessoas para mostrar, na prática, essa ansiedade. Ela também conversa direto com o leitor, usando a palavra você, o que dá sensação de proximidade.

Exemplos

  • Falas que Sophie reproduz: "Eu como bem, mas algumas vezes eu piso na jaca...", "Eu como bem, mas não consigo manter a disciplina...", "Eu como bem, mas não consigo ficar sem chocolate...".
  • Diálogo com o leitor: o título do tópico "E você, come bem?" usa a palavra você, falando diretamente com quem lê. Efeito: aproxima a autora do leitor.

Vocabulário da Parte 1

PalavraSignificado
dilemaconflito, dúvida
pisar na jacaperder o controle, cometer excessos
terrorismoforma de impor um comportamento pelo medo

Verdadeiro ou falso sobre a Parte 1 (com correção)

AfirmaçãoV ou FCorreção
A ciência da nutrição comprova que há alimentos bons e ruins.FA ciência da nutrição mostra que não existem alimentos simplesmente bons ou ruins.
Antigamente, comer bem era comer o suficiente.V
Escolher o que comer virou um grande dilema do homem moderno.V
As pessoas relacionam comida saudável ao que é gostoso.FAs pessoas acreditam que o gostoso faz mal e que o saudável não é gostoso.

2.2Parte 2 – Nutricionismo e escutar o corpo

Nutricionismo é uma palavra criada pelo pesquisador Gyorgy Scrinis. Ela descreve o excesso de ciência que reduz o alimento a nutrientes: você não come pão, come "carboidrato"; não come cenoura, come "betacaroteno".

Sophie explica que, de tempos em tempos, um alimento vira vilão: primeiro a gordura, depois o carboidrato, o açúcar, o glúten, a lactose e a frutose. As informações mudam o tempo todo e muitas vezes são conflitantes (uma contradiz a outra).

O problema não é a ciência, e sim a interpretação exagerada dela. A ciência diz "excesso de açúcar pode aumentar o risco de diabetes", mas as pessoas escutam "açúcar dá diabetes". Resultado: quem só pensa em nutrientes e calorias esquece de escutar o corpo, ou seja, deixa de perceber a fome e a saciedade.

Exemplos

  • Exemplo de nutricionismo na prática: "Você não come macarrão ou pão, mas carboidratos."
  • Diferença importante do texto: "Você pode comer de tudo, mas não tudo!"comer de tudo = provar um pouco de cada tipo de alimento, sem proibições. Comer tudo = comer em excesso, exagerar na quantidade. A autora defende a moderação.
  • Esquecer de escutar o corpo no dia a dia: comer no horário certo mesmo sem fome; continuar comendo mesmo já satisfeito; deixar de comer algo que o corpo pede só porque a dieta proíbe.

Vocabulário da Parte 2

PalavraSignificado
doença celíacaintolerância ao glúten, que provoca lesões no intestino
informações conflitantesinformações contrárias, que não concordam entre si
insanidadeloucura
saciedadesatisfação do apetite

2.3Parte 3 – Comer sem culpa

Na conclusão, Sophie conta o que faz no consultório: ajuda os pacientes a quebrar crenças limitantes (ideias que impedem a pessoa de ver as coisas de outro jeito) para fazerem as pazes com a comida e com o corpo.

Ela apresenta o que as pesquisas mostram sobre a culpa ao comer: ela aumenta o risco de engordar, faz a pessoa comer mais rápido e em maior quantidade sem perceber, atrapalha a digestão e aumenta o estresse.

Já quem come com prazer e sem culpa saboreia mais devagar, fica satisfeito mais cedo e acaba comendo menos ao longo do tempo. Por isso ela termina com "bon appétit! Sem terrorismo e sem culpa".

Exemplos

  • Relação defendida por Sophie: reconectar-se com o corpo → escutar fome e saciedade → comer sem culpa. Consequência principal: mais saúde física, mental e social, e menos risco de engordar.
  • Tipos de argumentos usados por ela no texto: situações práticas vividas pelas pessoas (as falas com mas), conclusões de pesquisas recentes e o ponto de vista de outro especialista (o pesquisador Gyorgy Scrinis).

Comer com culpa x comer sem culpa

Comer com culpaComer com prazer e sem culpa
Come mais rápido e em maior quantidadeSaboreia devagar
Aumenta o risco de engordarCome menos ao longo do tempo
Altera a digestão e aumenta o estresseFica satisfeito mais cedo
Prejudica a saúde mental, social e físicaMelhora a relação com o corpo

2.4Dietas da moda x ideias de Sophie

O livro apresenta três dietas famosas para você comparar com o que a autora defende. Todas elas cortam ou restringem grupos de alimentos.

Como Sophie diz que não existe alimento vilão e que devemos comer de tudo com moderação, essas dietas não combinam com as ideias dela.

Exemplos

  • Resposta esperada: não, essas dietas não estão de acordo com Sophie, porque proíbem alimentos e reforçam a ideia de que certos nutrientes são vilões — exatamente o "terrorismo nutricional" que ela critica.

Dietas populares citadas no capítulo

DietaComo funciona
DukanFoco em proteínas, com grande redução de carboidratos, frutas, legumes e verduras
PaleolíticaBaseada na alimentação dos ancestrais: carne vermelha, sementes, castanhas e carboidratos
Low-carbRedução drástica de carboidratos e aumento de proteínas e gorduras

3Linguagem em foco: Frase

Frase é todo enunciado que tem sentido completo, ou seja, que consegue comunicar alguma coisa para outra pessoa. A frase pode ter uma palavra só ou várias palavras.

Se alguém diz Cheguei! ou Ótimo!, entendemos a mensagem. Então são frases. Mas Você bem e? não faz sentido, porque as palavras estão fora de ordem: não é frase.

A frase existe para estabelecer comunicação entre as pessoas. Por isso, o mais importante nela é o sentido, e não a presença de verbo.

📐 Para guardar

  • Frase = enunciado com sentido completo (pode ter 1 ou mais palavras)

Exemplos

  • Original do texto: E você, come bem? → pergunta se a pessoa se alimenta bem.
  • Reescrita que mantém o sentido: Você come bem?
  • Reescrita sem sentido: Você bem e? → não dá para saber o que responder.
  • Reescritas que fazem sentido, mas mudam o significado: E você, come? (pergunta se a pessoa come, não se come bem); E você? (pergunta genérica); Come! (vira uma ordem).

3.1Tipos de frase quanto ao sentido

A frase pode expressar sentidos diferentes: informar, perguntar, emocionar, mandar ou desejar. A pontuação ajuda muito a identificar cada tipo.

São cinco tipos: declarativa, interrogativa, exclamativa, imperativa e optativa. Preste atenção especial na diferença entre imperativa (ordem/pedido) e optativa (desejo, votos).

Exemplos

  • Classificando: Bom apetite! → optativa (é um voto, um desejo bom).
  • Que prato colorido! → exclamativa (expressa emoção, espanto).
  • Coma o restante mais tarde. → imperativa (é um pedido/ordem).
  • Essa sobremesa é uma boa opção. → declarativa (informa algo).
  • Você já preparou a nova receita de bolo? → interrogativa (faz uma pergunta).

Os cinco tipos de frase

TipoPara que servePontuaçãoExemplo
DeclarativaDá uma informação ou declaração (afirmativa ou negativa)Ponto finalExiste muita ansiedade na hora de comer. / Você não comeu tudo.
InterrogativaPede uma informação (direta ou indireta)Ponto de interrogação (direta) / ponto final (indireta)O que eu posso comer? / Gostaria de saber a que horas o almoço fica pronto.
ExclamativaExpressa emoção: susto, alegria, espanto, raivaPonto de exclamaçãoÉ hora de comer! / Que delícia!
ImperativaExpressa ordem, convite ou pedidoPonto final ou de exclamaçãoComa mais devagar, por favor. / Largue esse bolinho!
OptativaExpressa desejo positivo ou votosGeralmente ponto de exclamaçãoTenha uma boa refeição! / Saúde!

3.2Frase nominal e frase verbal

Verbo é a palavra que indica ação, estado ou fenômeno da natureza (comer, estar, chover).

Quando a frase não tem verbo, ela é nominal. Quando a frase é construída em torno de um verbo, ela é verbal.

Isso prova que o verbo não é obrigatório para a frase ter sentido: Que gostoso! não tem verbo e a gente entende perfeitamente.

📐 Para guardar

  • Frase nominal = frase SEM verbo
  • Frase verbal = frase COM verbo

Exemplos

  • Com a palavra sopa: nominal → Que sopa deliciosa! ; verbal → Eu quero sopa hoje.
  • Com a palavra atenção: nominal → Atenção, alunos! ; verbal → Preste atenção na aula.
  • Com a palavra saúde: nominal → Saúde em primeiro lugar! ; verbal → Cuido da minha saúde todos os dias.
  • Elogio a um colega: nominal → Parabéns, texto incrível! ; verbal → Você escreveu muito bem!

Nominal x Verbal

ClassificaçãoTem verbo?Exemplos do livro
NominalNãoCoitado do açúcar! / Que gostoso! / Belo prato o seu!
VerbalSimQuero um sorvete. / Hoje vamos ao mercado.

4Linguagem em foco: Oração

Oração é o enunciado organizado em torno de um verbo ou de uma locução verbal. Diferente da frase, a oração não precisa ter sentido completo.

Para contar quantas orações existem, conte os verbos: cada verbo (ou locução verbal) forma uma oração.

Locução verbal é quando dois verbos juntos passam um único sentido, como estão jantando ou está sendo. Nesse caso, os dois contam como uma só oração.

📐 Para guardar

  • Número de orações = número de verbos (locução verbal conta como 1)

Exemplos

  • Comemos de tudo. → 1 verbo (comemos) = 1 oração.
  • Elas estão jantando no restaurante da esquina. → locução verbal estão jantando = 1 oração.
  • Comemos de tudo | e fazemos atividade física. → 2 verbos = 2 orações, cada uma com sentido próprio.
  • Queremos | que as pessoas sejam conscientes com sua alimentação. → 2 verbos = 2 orações; a 1ª sozinha não tem sentido completo.

4.1Diferenciando frase e oração

A marca principal da frase é o sentido. A marca principal da oração é o verbo.

Por isso: nem toda frase é oração (frases nominais não têm verbo) e nem toda oração é frase (uma oração pode ser só um pedaço, sem sentido sozinha).

Às vezes, o mesmo enunciado é frase e oração ao mesmo tempo: tem verbo e tem sentido completo.

Exemplos

  • Que refeição maravilhosa! → é frase (tem sentido), mas não é oração (não tem verbo).
  • Disseram (em Disseram que o exercício e a boa alimentação melhoram a qualidade de vida.) → é oração, mas não é frase, pois sozinha não tem sentido completo.
  • Almocei. → é frase e oração ao mesmo tempo: tem verbo (almoçar) e sentido completo.
  • Exercício resolvido: Chegamos ao restaurante bem cedo! → frase e oração. Não sei (em Não sei se eles virão) → apenas oração. Que gosto ruim! → apenas frase. Ele disse (em Ele disse que não iria fazer o jantar hoje) → apenas oração. Bom dia! → apenas frase.

Frase x Oração

EnunciadoTem sentido completo?Tem verbo?Classificação
Que refeição maravilhosa!SimNãoSó frase
Disseram (parte de um período maior)NãoSimSó oração
Almocei.SimSimFrase e oração
Bom dia!SimNãoSó frase

5Linguagem em foco: Período

Período é a frase verbal formada por uma ou mais orações. Ele começa com letra maiúscula e termina com ponto final, de interrogação, de exclamação ou reticências.

Se o período tem uma só oração (um verbo), ele é simples. Se tem duas ou mais orações, é composto.

Truque para a prova: conte os verbos. Um verbo → período simples. Dois ou mais → período composto.

📐 Para guardar

  • Período simples = 1 oração (1 verbo)
  • Período composto = 2 ou mais orações (2 ou mais verbos)

Exemplos

  • Coma com moderação. → 1 verbo = período simples.
  • Estou com muito apetite. → 1 verbo = período simples.
  • Eu como bem, | mas algumas vezes eu piso na jaca... → 2 verbos (como, piso) = período composto.
  • Enquanto esperava seu pedido de comida, | ela lavou o seu prato | e colocou-o sobre a mesa. → 3 verbos = período composto por 3 orações.
  • Tirinha do Charlie Brown: "Você está sendo ridículo, Charlie Brown." → locução verbal está sendo = 1 oração, período simples. | "Eu simplesmente não consigo ir até lá e conversar com aquela garotinha ruiva..." → 3 verbos (consigo, ir, conversar)... como não consigo ir forma uma ideia e conversar outra, o período é composto. | "Ela tem um rostinho bonito, e rostinhos bonitos me deixam nervoso." → 2 orações, período composto. | "Comigo você consegue falar!" → 1 oração (locução consegue falar), período simples.

Classificação do período

TipoQuantas oraçõesExemplo
Simples1Coma com moderação.
Composto2 ou maisEu como bem, mas algumas vezes eu piso na jaca...

Exercício resolvido com o infográfico da pesquisa (2022)

EtapaResposta
Período organizadoDentre as pessoas entrevistadas, 15,4% não consumiam diariamente o café da manhã; 10,0% não almoçavam todos os dias da semana; 19,9% não jantavam nessa frequência.
Quantas orações3 orações: não consumiam..., não almoçavam..., não jantavam...
ClassificaçãoPeríodo composto (tem mais de uma oração)
Conclusão sobre os dadosBoa parte dos brasileiros entrevistados não conseguia fazer as três refeições básicas todos os dias, o que mostra insegurança alimentar.

6Linguagem em foco: Preposição

Preposição é a palavra invariável (não muda de gênero nem de número) que liga dois termos de uma frase e cria uma relação de sentido entre eles.

O termo que vem antes da preposição se chama antecedente ou termo regente. O que vem depois se chama consequente ou termo regido.

Trocar a preposição muda o sentido! Em salada de frutas, o de especifica o tipo de salada. Em salada com frutas, o com mostra que as frutas acompanham a salada.

📐 Para guardar

  • termo regente + PREPOSIÇÃO + termo regido

Exemplos

  • Comi salada de frutas no lanche.de liga salada a frutas com ideia de especificação.
  • Comi salada com frutas no almoço.com liga salada a frutas com ideia de acompanhamento.
  • Exercício resolvido: I. É preciso aprender a comer sem culpa. II. Sophie Deram fala sobre alimentação em seu texto. III. É preciso escutar quando nosso corpo está com fome. IV. Há uma diferença entre comer de tudo e comer tudo. → A função dessas palavras é ligar os termos de uma frase estabelecendo relação entre eles.
  • Exercício resolvido: a) Ela foi buscar o bolo de casamento em Florianópolis. b) João vai ao restaurante com a esposa toda semana. c) O consultório da nutricionista fica entre os Correios e a casa lotérica. d) Estou cuidando melhor da minha alimentação desde o mês passado. e) O cozinheiro trabalha para o bem-estar de todos. → A preposição que cria ideia de finalidade é para, pois mostra o objetivo do trabalho do cozinheiro.

6.1Classificação das preposições e locuções prepositivas

As preposições se dividem em dois grupos. As essenciais só funcionam como preposição, sempre. As acidentais são palavras de outras classes que, às vezes, funcionam como preposição.

Existe também a locução prepositiva: um grupo de palavras que funciona como uma preposição só, por exemplo ao lado do, a fim de, de acordo com.

Exemplos

  • Locução prepositiva: Ele toma café da manhã ao lado do clube. → liga toma a clube.
  • Exercício resolvido: a) Camila chegou mais cedo à escola a fim de ter uma conversa com a coordenadora. b) O advogado age de acordo com a lei. c) Ninguém, além de meus pais, foi assistir ao jogo. d) Minha mãe estacionou em frente à padaria.

Preposições essenciais e acidentais

TipoLista
Essenciaisa, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, sem, sob, sobre, trás
Acidentaisafora, conforme, salvo, consoante, durante, segundo, exceto, fora, senão, mediante, menos

6.2Preposição e sentido

Cada preposição tem um sentido principal, mas pode ganhar outros sentidos de acordo com o contexto. Por isso, para descobrir o sentido, você precisa olhar a frase inteira.

A preposição de, por exemplo, pode indicar posse, causa, meio, matéria, origem, tempo, quantidade e até propósito.

Exemplos

  • Exercício resolvido (relacionar sentidos): A luta contra o nutricionismo é importante. → oposição. Aquele bolo de cenoura estava muito gostoso. → matéria. Faço atividade física de manhã. → tempo. Só como alimentos sem lactose. → ausência. Seu trabalho é sobre alimentação saudável? → assunto. Hoje estudarei culinária com a Bruna. → companhia. Esse livro de receitas é de Fernando. → posse. Fomos até a cafeteria a pé. → modo. Ana deixou o celular em casa. → lugar. Ele ficou desapontado com a desfeita. → causa.
  • Exercício resolvido com a preposição de: Lanchei de tarde. → tempo. Cheguei de Natal hoje. → origem. Sentou-se à mesa de jantar. → propósito. Atrasou-se para o jantar de propósito. → causa. __De__ quem é esse biscoito? → posse. Chamei um grupo de vinte e cinco amigos. → quantidade.
  • Criando frases com de em sentidos diferentes: O carro de minha tia é azul. (posse) / A blusa de lã é quentinha. (matéria) / Vim de ônibus para a escola. (meio)

Sentidos que as preposições podem expressar

SentidoExemplo
PosseA cafeteria de Paulo abriu ontem.
CausaO atleta quase passou mal de sede.
MeioO entregador de pizza veio de bicicleta.
CompanhiaFui à churrascaria com os amigos.
MatériaA mulher preparou um pastel de queijo.
ModoPapai fez um lanche para mim com carinho.
FinalidadeEla discursou para o convencimento da plateia.
Falta ou ausênciaAndava sem apetite ultimamente.
LugarAquela senhora mora em São Paulo.
OrigemO prato típico da minha família veio de Pernambuco.
DestinoAndré viajou para Curitiba.
AssuntoConversavam sobre o preço dos alimentos.

6.3Contração e combinação de preposições

Algumas preposições se unem a outras palavrinhas, como artigos e pronomes. Existem dois casos.

Na contração, a união modifica as palavras e há perda de som (fonema): de + o = do. Na combinação, nada se perde nem se modifica: a + o = ao.

A crase é um caso especial de contração: acontece quando a preposição a se junta ao artigo a/as ou aos pronomes aquele, aquela, aquilo. Ela é marcada pelo acento grave (`).

📐 Para guardar

  • Contração: de + o = do | em + o = no | de + este = deste | per + o = pelo
  • Combinação: a + o = ao | a + os = aos | a + onde = aonde
  • Crase: a (preposição) + a (artigo) = à | a + aquele = àquele

Exemplos

  • Vou à sorveteria. → a (preposição) + a (artigo feminino singular) = à.
  • Eu disse às meninas que era hora de almoçar. → a + as = às.
  • Compareci àquela aula de nutrição. → a + aquela = àquela.
  • Exercício resolvido: Você enviou o trabalho ao professor? → (2) combinação. Queria saber aonde ele vai se exercitar. → (2) combinação. Fomos à padaria ontem. → (1) contração. Será que Carolina ainda come naquele lugar? → (1) contração.
  • Em Fomos à padaria ontem, a crase acontece porque o verbo ir pede a preposição a e a palavra padaria é feminina, pedindo o artigo a.

Contração x Combinação

ProcessoO que aconteceExemplos
ContraçãoHá modificação das palavras e perda de fonemade + o = do; de + um = dum; de + esta = desta; em + o = no; em + este = neste; per + o = pelo
CombinaçãoNão há modificação nem perdaa + o = ao; a + os = aos; a + onde = aonde

7(Com)Texto – exercícios de revisão comentados

Nesta seção você aplica tudo: identificar frase, contar orações e reconhecer o sentido das preposições.

Lembre sempre das perguntas-chave: "Isso tem sentido completo?" (frase) e "Quantos verbos tem aqui?" (orações e período).

Exemplos

  • Qual palavra também é frase: Amanhã. / Estar. / Fui! → A resposta é Fui!, porque tem sentido completo ([Eu] fui) e é construída em torno de um verbo. Estar sozinho é só um verbo no infinitivo, sem sentido completo no contexto.
  • Trecho: *"Será que precisamos parar de comer frutas? Claro que não! Isso é excesso de cientificismo mal interpretado e transformado em terrorismo. As informações mudam o tempo todo e, muitas vezes, são conflitantes."* → São 4 frases: 1 interrogativa, 1 exclamativa e 2 declarativas. As orações são contadas pelos verbos: precisamos, parar de comer, é, mudam, são.

Recapitulando os conceitos gramaticais

ConceitoDefinição rápida
FraseEnunciado com sentido completo; pode ser declarativa, interrogativa, exclamativa, imperativa ou optativa; nominal (sem verbo) ou verbal (com verbo)
OraçãoEnunciado estruturado em torno de um verbo ou locução verbal; pode ou não ter sentido completo
PeríodoFrase verbal formada por uma (simples) ou mais orações (composto)
PreposiçãoPalavra invariável que liga termos e cria relação de sentido; essencial (de, para, com) ou acidental (menos, conforme)
Contração/CombinaçãoUnião da preposição com outra palavra, com perda (do, no) ou sem perda (ao, aos)
CraseContração da preposição a com o artigo a (à) ou com aquele(s), aquela(s), aquilo

8Panorama – Texto 2: "Alimentação saudável" (Cláudia Cristina de Souza)

O segundo artigo de opinião é de outra nutricionista, Cláudia Cristina de Souza. Ela escreve a partir do Dia Nacional da Saúde e Nutrição (31 de março).

Seu ponto de vista principal é: a nutrição comportamental, que olha a individualidade de cada pessoa, é a melhor ferramenta para criar hábitos alimentares saudáveis.

Ela critica as dietas da moda, porque estudos mostram que, depois de uma dieta malsucedida, a pessoa pode ganhar até 20% a mais do peso anterior. Também explica que confundir os dois tipos de fome gera um círculo de culpa.

Exemplos

  • Introdução do texto 2: a autora cita aumento da diabetes, doenças cardiovasculares, hipertensão, câncer e depressão que aparecem no noticiário. Assim mostra que é preciso refletir sobre nossos hábitos.
  • Ao dizer que esses problemas não têm causas apenas genéticas, ela defende que os hábitos (alimentação inadequada, pouco lazer e muito trabalho) também causam doenças — ou seja, dá para mudar isso.
  • Argumento contra dietas da moda: estudos provam que, após uma dieta malsucedida, pode haver acréscimo de até 20% sobre o peso anterior.
  • Por que a nutrição comportamental ajuda: porque foca na pessoa, analisa seus hábitos e padrões e, a partir dessa análise, encontra a solução mais adequada para ela.
  • Conclusão do texto 2: "comer com prazer, mas com muita atenção na verdade que o corpo nos fala" — retoma a ideia de conhecer a própria individualidade para fazer escolhas certas.

Fome biológica x Fome emocional

Tipo de fomeComo é
Fome biológicaAparece aos poucos; a comida traz saciedade quando ingerida em quantidade e qualidade apropriadas
Fome emocionalÉ a "vontade" de comer algo gorduroso e calórico (chocolate, sorvete, pizza), mesmo com o estômago parcialmente cheio

Estrutura de um artigo de opinião (aplicada ao texto 2)

ParteO que fazNo texto 2
IntroduçãoContextualiza o tema e apresenta o ponto de vista1º parágrafo: Dia Nacional da Saúde e Nutrição e as doenças ligadas aos hábitos
DesenvolvimentoApresenta argumentos, dados e exemplos para convencer2º e 3º parágrafos: obesidade, dietas da moda, os 20% de ganho de peso, os dois tipos de fome
ConclusãoResume e reafirma o ponto de vistaÚltimo parágrafo: conhecer a individualidade e comer com prazer e atenção ao corpo

Comparando os dois textos

AspectoTexto 1 – Sophie DeramTexto 2 – Cláudia Cristina
TítuloJá revela o ponto de vista: acabar com o terrorismo nutricionalSó indica o tema (Alimentação saudável), não o ponto de vista
Crítica principalNutricionismo e culpa ao comerDietas da moda e confusão entre fome emocional e biológica
Solução defendidaEscutar o corpo e comer sem culpaNutrição comportamental, respeitando a individualidade
Concordam?Sim: ambos defendem comer com prazer, sem culpa, ouvindo o corpoSim

9O gênero artigo de opinião

O artigo de opinião é um gênero textual em que o autor apresenta um ponto de vista sobre um tema com o objetivo de convencer o leitor.

O título deve sinalizar o tema ou já o ponto de vista defendido. Quem escreve geralmente é um especialista na área ou alguém que estudou bastante o assunto.

A linguagem precisa ser clara e objetiva. Esses textos circulam em jornais impressos, revistas e sites de notícias. Os argumentos são o coração do texto: são eles que dão confiabilidade à opinião.

📐 Para guardar

  • Artigo de opinião = introdução (ponto de vista) + desenvolvimento (argumentos) + conclusão (retomada da ideia)

Exemplos

  • Tipos de argumento que dão credibilidade: situações práticas do cotidiano, dados e conclusões de pesquisas, opiniões de especialistas no assunto.

Características do artigo de opinião

ElementoComo deve ser
ObjetivoDefender um ponto de vista e convencer o leitor
TítuloSinaliza o tema ou o ponto de vista
AutorEspecialista ou pessoa que estudou o tema
LinguagemClara e objetiva
Onde circulaJornais, revistas, sites de notícias
EstruturaIntrodução, desenvolvimento e conclusão

10Vozes em Cena – Debate: "Para você, o que é uma alimentação saudável?"

Antes de escrever, a turma vai debater. Para argumentar bem, é preciso se preparar: pesquisar o tema e escolher dados que sustentem a opinião.

A turma é dividida em dois grupos. Cada grupo pesquisa na internet diferentes posicionamentos e seleciona argumentos.

Depois, cada integrante fica responsável por defender um argumento. No final, o professor analisa qual grupo apresentou a defesa mais embasada, ou seja, mais apoiada em informações confiáveis.

Exemplos

  • Passo a passo do debate: 1) dividir a turma em dois grupos e pesquisar; 2) listar dados e argumentos; 3) distribuir um argumento por integrante; 4) seguir as regras e o tempo definidos pelo professor; 5) ouvir a análise final do professor.

11Você Constrói – Escrevendo seu artigo de opinião

A produção final é escrever um artigo de opinião sobre alimentação saudável, que será compartilhado com a comunidade escolar.

O trabalho tem cinco passos: planejar, escrever a primeira versão, revisar o texto do colega, escrever a versão final e compartilhar.

Dica importante do livro: use bem as frases, orações e períodos e as preposições que você estudou, para que o texto fique claro. Troque de parágrafo a cada novo argumento.

Exemplos

  • Planejamento: Título → indica o assunto (pode ser escrito por último). Introdução → explique por que alimentação saudável é um tema atual e importante. Desenvolvimento → apresente seu ponto de vista com dados e estudos. Conclusão → reforce o motivo do seu posicionamento e finalize.

Os 5 passos da produção

PassoO que fazer
Passo 1Planejar a estrutura: título, introdução, desenvolvimento e conclusão
Passo 2Escrever a primeira versão em folha de caderno ou A4, com seu nome
Passo 3Trocar com um colega: ler, revisar e comentar o texto dele (e receber comentários sobre o seu)
Passo 4Reescrever a versão final e grampear as duas versões para entregar ao professor
Passo 5Compartilhar o texto em um canal de comunicação da escola

Roteiro de revisão do texto do colega

Pergunta de revisão
O título sinaliza o assunto do artigo?
O início mostra a importância do tema e o ponto de vista está claro?
Há argumentos e dados que comprovam o ponto de vista?
A conclusão retoma, resumidamente, a ideia central?
As frases, orações e períodos estão bem construídos?
As preposições foram usadas corretamente?

Toque em Exercícios para praticar o conteúdo.

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Capítulo 13 – Você tem uma boa alimentação? (Artigo de opinião, frase, oração, período e preposição)

Resumo rápido

Capítulo 13 – Você tem uma boa alimentação? (Artigo de opinião, frase, oração, período e preposição)

Resumo rápido

1O tema do capítulo: comer bem sem culpa

O capítulo discute o que é ter uma boa alimentação. A nutricionista Sophie Deram diz que não existe alimento "bom" ou "ruim" por si só.

Ela critica o terrorismo nutricional: o medo exagerado de certos alimentos, criado por informações confusas e sensacionalistas.

A ideia central é: "Você pode comer de tudo, mas não tudo!" Ou seja, coma variado e com moderação.

1.1Nutricionismo

Nutricionismo é o hábito de reduzir os alimentos a nutrientes, esquecendo a comida de verdade.

Quem sofre disso deixa de escutar o próprio corpo (a fome e a saciedade) e passa a seguir só regras. Isso gera culpa e estresse na hora de comer.

Exemplo

  • Você não come pão, come "carboidratos"; não come cenoura, come "betacaroteno".

1.2Fome biológica x fome emocional

A fome biológica aparece aos poucos e passa quando comemos a quantidade certa.

A fome emocional é só vontade de comer, mesmo sem o estômago vazio. Geralmente pede algo gorduroso ou doce e depois traz culpa.

Exemplo

  • Comer sorvete por tristeza, logo depois do almoço, é fome emocional.

2Artigo de opinião (gênero textual)

O artigo de opinião é um texto em que o autor defende um ponto de vista sobre um tema para convencer o leitor.

Geralmente é escrito por um especialista, com linguagem clara e objetiva. Circula em jornais, revistas e sites.

Usa argumentos: ideias que justificam a opinião (dados de pesquisas, exemplos do dia a dia, falas de especialistas).

Exemplo

  • O título já pode mostrar a opinião: "Precisamos acabar com o terrorismo nutricional e aprender a comer sem culpa".

2.1Estrutura do artigo

Introdução: apresenta o tema e o ponto de vista.

Desenvolvimento: traz os argumentos, dados e exemplos que sustentam a opinião.

Conclusão: retoma a ideia principal e finaliza o texto.

3Frase

Frase é todo enunciado com sentido completo, capaz de comunicar algo. Pode ter uma ou várias palavras.

O que define a frase é o sentido, não o verbo.

Exemplo

  • Cheguei! e Ótimo! são frases, pois já comunicam uma ideia completa.

3.1Tipos de frase quanto ao sentido

Declarativa: informa ou declara algo (afirmativa ou negativa) – Existe muita ansiedade na hora de comer.

Interrogativa: faz pergunta direta (O que eu posso comer?) ou indireta (Gostaria de saber a que horas o almoço fica pronto.).

Exclamativa: mostra emoção – Que delícia!

Imperativa: dá ordem, pedido ou convite – Coma mais devagar, por favor.

Optativa: expressa desejo – Tenha uma boa refeição!

3.2Tipos de frase quanto à construção

Frase nominal: não tem verbo – Que gostoso!

Frase verbal: é construída em torno de um verbo – Quero um sorvete.

4Oração

Oração é o enunciado organizado em torno de um verbo (ou locução verbal). Ela pode ter ou não sentido completo.

Para contar orações, conte os verbos. Quando dois verbos passam um só sentido, formam uma locução verbal e contam como uma única oração.

📐 Para guardar

  • Nº de orações = nº de verbos (ou locuções verbais)

Exemplo

  • Comemos de tudo e fazemos atividade física. → dois verbos = duas orações.

4.1Diferença entre frase e oração

A marca da frase é o sentido; a marca da oração é o verbo.

Nem toda frase é oração: Que refeição maravilhosa! tem sentido, mas não tem verbo.

Nem toda oração é frase: em Disseram que o exercício melhora a vida, a oração "Disseram" sozinha não tem sentido completo.

Exemplo

  • Almocei. é frase e oração ao mesmo tempo: tem sentido completo e tem verbo.

5Período

Período é a frase verbal formada por uma ou mais orações. Termina com ponto final, de interrogação ou de exclamação.

Período simples: uma só oração – Coma com moderação.

Período composto: mais de uma oração – Eu como bem, mas algumas vezes eu piso na jaca. (duas orações)

6Preposição

Preposição é a palavra invariável (não muda em gênero nem número) que liga dois termos, criando relação de sentido entre eles.

O termo que vem antes é o termo regente; o que vem depois é o termo regido.

Quando um grupo de palavras faz esse papel, chamamos de locução prepositiva (ao lado do, a fim de, de acordo com).

📐 Para guardar

  • termo regente + preposição + termo regido

Exemplo

  • Comi salada de frutas. → "de" liga "salada" a "frutas" indicando especificação.

6.1Classificação

Essenciais: sempre funcionam como preposição – a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, sem, sob, sobre, trás.

Acidentais: são de outras classes, mas às vezes viram preposição – conforme, durante, exceto, segundo, menos, salvo, fora.

6.2Preposição e sentido

Cada preposição pode ganhar sentidos diferentes conforme o contexto.

Alguns sentidos comuns: posse (a cafeteria de Paulo), causa (passou mal de sede), meio (veio de bicicleta), companhia (fui com os amigos), matéria (pastel de queijo), modo, finalidade (estudou para passar), ausência (sem apetite), lugar (mora em São Paulo), origem, destino e assunto (falaram sobre comida).

6.3Contração e combinação

A preposição pode se juntar a artigos e pronomes.

Contração: há mudança e perda de som – de + o = do, em + este = neste, per + o = pelo.

Combinação: não há perda de som – a + o = ao, a + os = aos, a + onde = aonde.

Crase: caso especial de contração da preposição a com o artigo a(s) ou com aquele, aquela, aquilo. É marcada pelo acento grave (à).

📐 Para guardar

  • a (preposição) + a (artigo) = à
  • a + aquele = àquele

Exemplo

  • Vou à sorveteria. → quem vai, vai a algum lugar + a sorveteria.

7Produção: escrever um artigo de opinião

Passo a passo: planejar (título, introdução, desenvolvimento com argumentos e conclusão), escrever a primeira versão, revisar em dupla, reescrever a versão final e compartilhar com a comunidade escolar.

Na revisão, confira se o título mostra o tema, se os argumentos convencem, se a conclusão retoma a ideia e se frases, orações e preposições estão bem usadas.

Toque em Exercícios para praticar o conteúdo.